Dominação racional-legal: a chave de Weber para o servidor
Weber descreve três tipos puros de dominação, e a racional-legal é a base do Estado brasileiro contemporâneo, do cargo impessoal e do ethos burocrático moderno.
Ética convicção responsabilidade: a maturidade segundo Weber
Max Weber distinguiu duas atitudes éticas que parecem opostas, mas se complementam. Entenda a ética da convicção e a ética da responsabilidade no juízo do servidor maduro.
Dialética do senhor e escravo: a inversão hegeliana
A dialética senhor escravo de Hegel inverte a hierarquia formal e revela por que o servidor que executa domina mais o mundo concreto do que quem apenas autoriza.
Moralität e Sittlichkeit: Hegel critica a ética de Kant
A distinção entre Moralität e Sittlichkeit em Hegel revela por que a moralidade kantiana é abstrata e a eticidade hegeliana se realiza nas instituições concretas.
Boa vontade em Kant: o único bem incondicional da ética
A boa vontade em Kant é vontade que age por dever, sem cálculo de interesse. Entenda por que ato legal nem sempre é ato moral e como a FGV explora essa distincao.
A segunda formulação de Kant e a corrupção no serviço
Por que a segunda formulação de Kant explica a gravidade ética da corrupção e como a FGV cobra essa aplicação prática em provas de concurso público.
Imperativo categórico de Kant: a raiz da impessoalidade
Da Königsberg do século XVIII ao artigo 37 da Constituição, a primeira formulação de Kant ainda decide questões de ética no serviço público e separa o aprovado do reprovado.
Epicuro e a ética do servidor: o hedonismo racional
Compreenda por que Epicuro e ética do servidor caminham juntos, com ataraxia, aponia e hierarquia dos prazeres explicadas para concursos públicos.
Estoicismo e ética do servidor: o controle de si
Estoicismo é a ética do controle de si aplicada ao serviço público. Aceitar o que não se pode mudar e agir com virtude no que está ao alcance é a lição direta para o servidor.
Eudaimonia em Aristóteles: o florescimento humano completo
Eudaimonia não é prazer nem felicidade subjetiva. É o fim último da ação ética em Aristóteles, o florescimento humano vivido em comunidade política, na polis.