Ética pura e ética do servidor: o dilema que a banca explora
Estudar só filosofia ou só decreto é erro estratégico. Veja por que ética pura e ética do servidor coexistem nas provas de FGV, Cespe e FCC e como dominar as duas.
Universalismo e Relativismo Ético: o erro que reprova
Entenda como universalismo e relativismo ético se aplicam ao servidor público, por que confundir os dois derruba candidato e como o Decreto 1.171 fecha a porta para a vontade individual.
Ética servidor público: cumprir a lei basta para ser ético?
Entenda por que a ética servidor público vai além da legalidade segundo o Decreto 1.171, inciso II, e como a banca CEBRASPE explora essa pegadinha clássica em concursos federais.
Heidegger e o ethos como morada na ética pública
Descubra como Heidegger reativou o sentido antigo de ethos como morada e por que essa virada filosófica muda a forma de pensar a ética do servidor público.
Definição de ética Sánchez Vázquez: a frase que cai
A definição de ética de Sánchez Vázquez tem três elementos obrigatórios. Ciência, comportamento moral e sociedade. Tirar um deles transforma a questão em errada.
Ethos e Mos: a raiz da ética no serviço público
A diferença entre ethos grego e mos latino é a primeira armadilha das provas de teoria da ética. Entenda a etimologia, os dois acentos do ethos e o legado de Cícero.
Ética da virtude: Aristóteles e o caráter do servidor
A ética da virtude pergunta quem você é, não qual regra seguir. Entenda Aristóteles, hábito, mediania e phronesis para gabaritar questões de ética no serviço público.
Utilitarismo: a ética do resultado em Bentham e Mill
A doutrina utilitarista mede a ação pela consequência, não pelo dever. Entenda o princípio da utilidade, a tradição de Bentham e Mill e a aplicação no Estado brasileiro.
Deontologia do servidor público: a ética do dever
Quem cunhou o termo deontologia não foi Kant. Foi Bentham, em 1834. Mas a ética do dever cobrada em prova é kantiana, e o Decreto 1.171 é o exemplo vivo dessa lógica.
Ética e moral: a distinção que derruba concurseiro
Por vinte séculos foram sinônimos, mas Kant e Hegel selaram a separação. Hoje moral é prática e ética é reflexão, e essa diferença vale ponto na prova.